REC Motion: vídeo com função, não só com produção
Vídeo bonito que não move ninguém é despesa. A diferença entre os dois está no que foi decidido antes da câmera ligar.
A REC Motion é a operação de audiovisual do grupo. Anúncios, VSLs, institucionais e motion, produzidos a partir da mensagem que precisa circular, não de um formato escolhido de antemão.
O roteiro é onde o vídeo dá certo ou errado
A produção tem quatro etapas, cada uma conduzida por quem domina aquela parte: roteirização, captação, edição e finalização de cor. A primeira é a que define o resultado, é nela que se decide o que o vídeo precisa provar, para quem, e em quanto tempo.
Quando o roteiro nasce do diagnóstico, e não do briefing de última hora, o material serve a campanha, ao site e à venda ao mesmo tempo.
O que esta operação entrega
- Anúncios em vídeo para campanhas de aquisição, nos formatos que cada canal pede.
- VSL e vídeos de venda, quando a oferta precisa de argumentação mais longa.
- Institucionais e vídeos de marca, para apresentar empresa, fábrica, processo ou equipe.
- Motion e animação, inclusive para explicar produto técnico sem depender de filmagem.
- Cobertura de eventos e captação em campo, com entrega pronta para publicação.
O mesmo material rende em frentes diferentes
Uma captação bem planejada abastece anúncio, página de produto, apresentação comercial e redes, porque a pauta foi definida junto com as frentes que vão usar o material. É a diferença entre produzir um vídeo e produzir um acervo.
Quando esta frente costuma ser a prioridade
- As campanhas dependem de imagem estática e o criativo já não sustenta a atenção.
- A empresa tem processo, fábrica ou produto que convencem ao vivo e não aparecem no digital.
- A oferta exige explicação e o texto não dá conta sozinho.
- Há evento, lançamento ou obra com janela curta para registro.
- O produto é técnico e precisa ser demonstrado para ser entendido.
Quando não deve ser a prioridade
Próximo passo
O caminho começa pela pauta: o que precisa ser provado e onde o material vai circular. Com isso definido, o formato e o volume de produção saem do diagnóstico, não do palpite.